Era uma vez uma menina chamada Carolina que viajava muito para conhecer várias ilhas. A ilha onde ela estava agora era a da Madeira, onde vivia numa bela e linda casa cor-de-rosa. Um dia, à noite como era habitual, estava a pentear os seus longos e belos cabelos verdes, quando ouviu alguém a correr e a fazer um barulho estranho. Não era a primeira vez que isso acontecia e costumava ser sempre à noite. Quando ouvia esse barulho, Carolina metia-se sempre debaixo da cama.
Uma vez decidiu sair da casa para ver o que era e viu um dinossauro, ficou assustada, fechou a porta, trancou-a bem trancada e depois meteu-se debaixo da sua cama, cheia de medo!
O sítio onde vivia era muito escuro e não havia vizinhos por perto porque aquele sítio à noite é muito perigoso. Porém, a Carolina havia se mudado para lá há poucos dias, e não sabia que aquele sítio não era frequentado por muita gente, só as vezes de manhãzinha é que lá passava gente.
Ela estava debaixo da sua cama quando alguém bate à porta e diz:
-Abre a porta, por favor, vou tirar-te deste sítio perigoso…Despacha-te! Antes que o dinossauro te coma.
-Quem é? Diz-me quem és, senão eu não te abro a porta.
-Eu sou um menino anão que te quer ajudar para não MORRERES.
-Ai! Eu já te abro a porta… espera.
A Carolina abriu a porta e o menino era um anão que a queria ajudar, pegou nela e levou-a para bem longe daquele sítio horroroso. Passado algum dias, a Carolina já era quase “irmã” do seu amigo que se chamava Sabichão e da sua família grande, eles davam-se tão bem que já se chamavam “irmã e irmão” um ao outro.
Ela nunca mais mudou de sítio e ficou sempre com o Sabichão e a sua família para não passar outra vez noites assustadoras como passava naquela floresta horrorosa, durante a noite porque de dia quando ela ia apanhar flores para pôr na sua casa, ela achava aquela floresta encantadora só que de noite a floresta parecia muito assustadora por causa dos dinossauros e dos barulhos que os animais maus faziam.
Ana Carolina Freitas Luís Nº: 1
A menina esfaqueada e o anão fantasma
-Eu vou-te matar.
A menina ficou assustada. O anão fantasma maltratou-a, depois de a esfaquear, jogou-a para o lago onde costumava nadar e apanhar sol em cima de uma rocha.
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